4 de jul. de 2011

DEPILAÇÃO A LASER



O nosso espaço oferece o serviço de laser para depilação. Uma técnica hoje bastante difundida e segura para redução de pêlos em diversas partes do corpo e procurada tanto pela população feminina como masculina.
Realizamos sessões periódicas com o aparelho chamado soprano XL, um equipamento de laser desenvolvido especificamente para depilação e por este motivo é aplicado de forma segura, garantindo melhores resultados ao longo do tempo e maior conforto durante sua aplicação. Abaixo listamos algumas dúvidas geralmente apresentadas pelo público em geral e as nossas respostas. Para maiores esclarecimentos entre em contato conosco.

Perguntas mais frequentes:

1- O laser para depilação é um procedimento definitivo?
Hoje em dia fala-se em redução progressiva de Pêlos. Isso significa que ao finalizar um número adequado de sessões, que pode variar, podemos alcançar uma eficácia superior a 70%, ou seja, podem voltar a crescer até cerca de 30% dos pêlos.






2- Isso significa que mesmo terminando o tratamento poderá crescer alguma quantidade de pêlos?
Sim, por estímulo hormonal que temos (hormônios masculinos produzidos por ovários, testículos e glândula supra-renal) novos pêlos podem aparecer, mas estes tendem a ser menos grossos, mais finos e mais dispersos.






3- O que posso fazer nesses casos?
Como o resultado pode variar dependendo de cada organismo algumas pessoas preferem raspar essa pequena quantidade outras tirar com cera caso ainda incomode ou realizar novamente a aplicação a Laser (2 vezes ao ano)






4- Quantas sessões serão necessárias para se obter um bom resultado?
O número de sessões é muito variável dependendo de cada pessoa, da quantidade de pêlos, da cor dos pêlos e da pele. A pele clara com pêlos escuros tem resultados mais rápidos. Para pêlos finos e claros o número de sessões é maior. Áreas com pouco pêlo, grosso e escuro, no mínimo precisam de 4 a 6 aplicações eventualmente das duas aplicações anuais. As áreas que em geral levam mais tempo para tratar são tórax, barba e pernas.






5-O que posso esperar da primeira sessão?
Sua pele ficará avermelhada ou com pequenas lesões parecidas com reação à picada de inseto. Algumas pessoas ficam pequenas crostas pretas que depois de 10 a 14 dias devem desaparecer. Algumas pessoas mais sensíveis poderão ficar com uma pequena ardência por algumas horas.






6-Por que tem pêlos que crescem normalmente? Eles não foram atingidos pelo Laser?
Todos foram atingidos, mas só caem os pêlos que estivem em fase específica do seu ciclo de vida, que são os que têm maior quantidade de pigmento (Melanina)






7-Como devo cortar os pêlos que vão crescendo?
O ideal seria retirar com lâmina (de barbear), tesoura ou cremes depilatórios evitando usar ceras ou pinças. É importante que a raiz do pêlo esteja presente no momento do procedimento.






8-O que devo evitar antes e depois do procedimento?
Não deve chegar bronzeado (a), evitando o sol por 30 dias antes da sessão e 30 dias depois. Não deve descolorir o pêlo nem fazer bronzeamento artificial. No caso de aparecerem crostinhas, elas não devem ser retiradas para evitar manchas. Aplicar protetor solar diariamente na região tratada.

20 de fev. de 2011

Consciência, Meditação e Física Quântica


Quando falamos de autoconhecimento estamos sempre falando de consciência, mas afinal o que exatamente é a consciência?
O estudo da consciência sempre foi polêmico. Atualmente temos várias teorias em diversas áreas que tentam explicar a consciência. A neurofisiologia, psicologia, física, a biologia e medicina são algumas áreas que estudam este fenômeno e tentam descobrir exatamente o que é e como ela surge.
No começo da filosofia grega a consciência era vista como a alma, e esta era um tipo de material. Platão e Aristóteles a consideravam como algo imaterial, presumindo que esta também interagia com o corpo. Hipócrates propõe a noção de dualismo, assim o cérebro seria o interprete da consciência e esta comandava os movimentos do corpo. Descartes foi o primeiro a propor uma maneira na qual esta alma não material poderia interagir com um cérebro material, essa conexão seria através da glândula pineal, uma glândula que fica no cérebro e que hoje sabemos que é composta por pequenos cristais de um mineral chamado apatita, alguns pesquisadores inclusive afirmam que esta glândula capta ondas eletromagnéticas, sendo responsável por fenômenos ligados à intuição.
Consciência é uma palavra que vem do latim – contientia – derivada das raízes com e scio, ou seja, “com” e “eu sei”. Portanto em sentido literal seria algo como: “saber com”.
Existe uma teoria que diz que a consciência seria apenas uma conseqüência da atividade cerebral, porém desta forma nós seríamos como computadores, nada além disso. Um computador faz aquilo que foi programado pra fazer, sabemos que alguns fenômenos, como por exemplo, a criatividade, impedem que sejamos simplesmente máquinas. Um computador não cria, ele pode no máximo misturar informações com um critério especificamente programado, além do que nenhum sistema é capaz de ter consciência de sua própria existência, por isso não somos computadores somos muito mais que isso, então temos que agir como tal.
A consciência é a nossa essência enquanto seres humanos, é através dela que percebemos o mundo, que criamos e que nos sentimos vivos, hoje sabemos através de alguns experimentos que a consciência ultrapassa a barreira do individuo, é algo ligado ao todo de uma maneira intrínseca. Podemos perceber em nós coisas desta totalidade, meditar é um bom meio de vivenciar isto, pois no fundo a consciência (você) é algo muito além do individual. Com os avanços da Física descobrimos que a consciência pode ser algo mais fundamental do que a própria matéria.

Física Quântica e Consciência.
Vamos explorar (só a ponta do iceberg) um assunto um pouco mais profundo e complexo. A Consciência e a Física Quântica
Bem, você pode tranquilamente estar se perguntando qual a relação entre Física e Consciência. É quase instintivo pensar em Física como algo ligado exclusivamente à matéria e a Consciência como algo abstrato ligado à mente, e essas duas, graças a Descartes, são pensadas em um dualismo.
A questão é que essas duas coisas estão mais intrinsecamente relacionadas do que normalmente se pensa.
 Bem, indo diretamente ao ponto relacionado à consciência, que é o foco desse texto, vamos falar sobre um experimento feito por Young em 1800 repetido depois com partículas quânticas, o experimento das duas fendas.
Nesse experimento as ondas passam através de dois furos em uma placa, e a partir disso uma onda interfere na outra. Esse padrão é chamado de padrão de interferência representado pelos pontos pretos no desenho.
Quando fazemos isso com partículas quânticas, (pense nisso como bolinhas minúsculas menores que o átomo) a mesma coisa acontece, como se essas partículas fossem ondas, elas interagem entre si e formam o mesmo padrão de interferência. Se jogarmos uma bolinha dessas por vez, a bolinha passa pelos furos e ao longo do tempo, juntando os resultados o padrão de onda aparece da mesma forma, o que é no mínimo muito estranho.
O que acontece na verdade é o seguinte:
A partícula é lançada, essa partícula pode passar por qualquer uma das duas fendas, então como uma onda ela passa pelas duas ao mesmo tempo, interage com ela mesma e cria um padrão de interferência. Se colocarmos algo em A e B para observar em qual fenda a partícula passou ela muda, ela escolhe uma das fendas e não forma padrão de interferência nenhum. Estranho não?
O simples fato de observar o fenômeno faz com que a partícula quântica mude de onda (probabilidade) para partícula manifesta (matéria). As implicações desse experimento, bem como de muitos outros, mostrou que a consciência tem um papel ativo dentro da constituição do que chamamos realidade. Vale ressaltar também que as partículas quânticas interagem entre si além do espaço e do tempo. Nesse aspecto podemos entender porque a consciência é mais fundamental do que a própria matéria e que tudo está intrinsecamente interligado.

 Para quem quiser se aprofundar mais recomendo alguns livros e textos:

- O caso da realidade objetiva desaparecida, Adam F. Newman (disponível em: www.simposio2008.hoisel.com.br/segunda5.rtf)

- O universo Autoconsciente, Amit Goswami

- O Manifesto da transdisciplinaridade, Basarab Nicolescu


Caio Fábio S. Portella – Naturólogo

Remédios naturais para emagrecer – verdades e mitos

Algumas mudanças importantes, que começaram em meados do século XX, nos padrões de beleza do homem e da mulher mudaram muito nossos hábitos atualmente. A era em que se valorizava as mulheres mais “cheinhas” se foi, e esse conceito deu lugar a um padrão de beleza um tanto absurdo e até anti-natural pra muitas pessoas.
Gostaria de começar esse texto dizendo uma frase de Kant: “A beleza está no espírito do contemplador.” Nós seres humanos temos o péssimo hábito de olhar para nós mesmo com os olhos do coletivo a um ponto em que não importa o que eu acho, e sim o eu o outro acha. Então se você é uma pessoa que busca essa beleza padrão pense nisso, pois a beleza é relativa, devemos pensar seriamente nisso. Dentro do meio da mídia o fator mais “martelado” é a questão do peso, questão que deveria, mas nem sempre é relacionada com saúde, e sim com um padrão vendido por inúmeras empresas que lucram (e muito) com tudo isso. Temos padrões de IMC (Índice de Massa Corpórea), medidas ideais de cintura, busto, pernas, e todo o resto do corpo esta nessa padronização. Como terapeuta meu enfoque é na questão da saúde, então vou citar alguns tratamentos de emagrecimento que existem e que estão mais aparentes no momento, enfocando em alguns na área das plantas medicinais.  Existem centenas de tratamentos usados para emagrecer, e esses são dos mais diversos tipos: laxantes, inibidores de apetite, estimulantes, hormônios, antidepressivos, diuréticos, chás feitos (absurdamente) com 30 ervas, massagens, cirurgias entre outros.
Dentro dos tratamentos considerados naturais tem se falado muito do Feijão branco (Phaseolus vulgaris), este possui uma substancia chamada de Faseolamina, e que promete ser um eficiente emagrecedor, na mídia, principalmente na internet encontram-se muitas propagandas de diversos emagrecedores com essa substancia. A faseolamina inibe uma enzima responsável pelo a absorção de carboidratos. Carboidratos é um grupo de substancias que fornece energia para nosso corpo, os açúcares, amidos, o glicogênio e várias outras substancias são carboidratos, e por fornecer energia sua ingestão excessiva leva ao aumento de peso. Desta forma um inibidor de absorção de carboidratos é eficiente para perda de peso. Os estudos controlados, apesar de pouquíssimos, demonstram que na pratica funciona e que é (até onde se sabe) seguro o uso.
A Caralluma fimbriata é outra planta que está sendo muito usada. Esta planta é um redutor de apetite que tem sua ação comprovada em diversos estudos clínicos para emagrecer. Apesar disso, a ANVISA proibiu seu uso alegando que o medicamento ainda não passou pelos testes necessários de qualidade e segurança.
Além dessas várias outras plantas tem ações importantes que ajudam no emagrecimento, o Gengibre (Zingber officinalis) e Melão de São Caetano (Momordica charantia), podem ser adicionados à alimentação, além de ajudar a emagrecer, possuem características que ajudam a retardar o envelhecimento. A Laranja amarga (Citrus aurantium) além de ter muitas fibras (parte branca da casca que pode ser comida) como toda a laranja, ajudando no funcionamento do intestino, também ajuda a emagrecer.
Já fitoterápicos como, por exemplo, o Cereus sp, comercialmente chamado de Pholiamagra, Pholia Slin ou Porangaba, tem pouquíssimos estudos sendo completamente duvidoso e, além disso, alguns autores questionam a segurança do seu uso.
Esses são apenas alguns exemplos de uma infinidade de plantas medicinais para emagrecer que existem no mercado. O ideal é sempre procurar informações e consultar sempre um profissional habilitado pra isso, pois até as plantas medicinais tem efeitos colaterais e interagem com outros medicamentos. Como qualquer coisa relacionada à saúde, plantas medicinais são sérias, podem sim causar danos e devem ser usadas com cautela. Emagrecer é um fenômeno complexo, pois esta relacionada com os órgãos de eliminação, sistema hormonal, alimentação, hábitos, estado emocional etc. Cada pessoa é diferente, sendo que desta forma, o correto tratamento de cada pessoa deve ser diferenciado, pois nem todos têm o mesmo problema, então esqueçam formulas padronizadas se você quer realmente se tratar de forma saudável. Emagrecer exige antes de qualquer coisa mudança de hábitos, pois mesmo que você use medicamentos ótimos para emagrecer, se não houver a mudança de hábitos você com certeza vai ganhar tudo que perdeu.
O equilíbrio do corpo é delicado, visto que podemos afirmar que quanto menos interferirmos nesse equilíbrio natural, mais saudáveis seremos, por isso tome muito cuidado ao escolher tratamentos milagrosos. Não existe esse tipo de milagres sem efeitos colaterais, e o que parece uma solução pode virar um grande problema depois. Por isso se você quer mesmo emagrecer, por uma questão de saúde, melhore sua dieta, mude seus hábitos, procure profissionais realmente preocupados em promover saúde. Não se engane, lembre-se sempre que quanto mais doente você fica mais lucro dá a uma rede enorme de laboratórios e muitos profissionais sem ética que não trabalham com saúde e sim com doença.

13 de out. de 2010

A Utilidade das Plantas Medicinais

FITOTERAPIA - A Utilidade das Plantas Medicinais.

As plantas medicinais são muito utilizadas popularmente no Brasil. Quem nunca tomou aquele chazinho que a avó fazia? Nosso país possui uma das maiores diversidades de flora do mundo, temos milhões de espécies de plantas, uma boa parte com usos medicinais sendo a grande maioria ainda não estudadas.
Nossos índios usam até hoje dessa medicina natural, os povos que vieram da Europa, África, ou qualquer outra parte da Terra também usam Fitoterapia. Hoje em dia a maior parte dos medicamentos vieram a partir de estudos com plantas medicinais, depois essas plantas tiveram sua composição estudada, seus princípios ativos isolados e depois de um monte de pesquisas e testes nasce um medicamento que chamamos de “alopático”.
Esses medicamentos alopáticos são muito eficientes, pois geralmente são “monodrogas”, ou seja, medicamentos que tem apenas uma substância principal concentrada na composição. Então se eles são tão eficientes porque usar plantas medicinais?
As plantas possuem centenas de substancias misturadas em sua composição, e a ação delas em conjunto é que faz o efeito do medicamento, a questão é que quanto maior a dosagem de uma única substancia maior é o impacto que causa na bioquímica do corpo, assim maior é o efeito colateral. Desta forma esse conjunto de substancias das plantas medicinais, geralmente com dosagens bem baixas de cada substancia, acaba sendo muito menos abrasivo para nossa saúde podendo ser usada de forma segura para muito problemas de saúde rotineiros. Entretanto a fitoterapia deve ser racional, usada com cuidado, principalmente por causa da confusão entre os nomes das plantas medicinais e dosagens. Por exemplo, todos conhecem uma planta chamada Erva Cidreira?
Em diferentes lugares do país podemos enumerar pelo menos 4 plantas completamente diferentes chamada dessa forma, uma delas é até imprópria para consumo. O mesmo se repete com o Boldo e dezenas de outras plantas. Assim quando vamos comprar uma planta medicinal devemos saber o nome científico dela, assim não há confusão. Evite barraquinhas e lojas que você não sabe de onde as plantas vieram, ou então prefira plantar alguma na sua casa, essa é a melhor forma de usar com segurança. Se você tiver um espaço em casa experimente, a maioria delas pode ser plantada em vasos.
Quem quiser mais informações sobre plantas medicinais visite o blog: http://diariodeumahortamedicinal.blogspot.com
Obrigado!

25 de mar. de 2010

Terapia Floral - Historia, Doença e Cura

Um Pouco de História
As flores são utilizadas pelo homem há milhares de anos, os egípcios já usavam com intenções curativas para o corpo e a alma. Há registros do uso das flores na religião, na comida, e no dia a dia do ser humano há pelo menos 5.000 anos.
 Na fitoterapia, as flores são muito usadas por conter, em sua maioria, uma alta concentração de princípios ativos.
A Terapia Floral começou oficialmente com Dr. Edward Bach (1886-1936), médico inglês, bacteriologista, pesquisador que criou o sistema de tratamento através de essências florais.
Dr. Bach aos 43 anos, no auge da sua carreira, abandonou tudo em resposta a um chamado interior, que fez com que ele fosse ao campo em busca de novos remédios, assim nasceram 38 que deram origem às essências florais e aos escritos : cura-ti a ti mesmo e os doze remédios, que hoje em dia se encontram em um mesmo livro que fala sobre a natureza da doença e ensina a usar os remédios florais.
Apesar de, no mundo contemporâneo, ter sido Bach o criador das essências florais, há indícios do uso das flores de maneira semelhante pelos egípcios e outros povos há milênios atrás.
Hoje em dia a Terapia Floral é conhecida no mundo todo como um tratamento válido e reconhecido pela OMS (Organização Mundial de Saúde), e, no Brasil é muito utilizada existindo até em alguns postos de saúde.

A Doença
Para falarmos de terapia floral temos antes que definir o conceito de doença, o que é a doença?
Dr. Bach tinha um olhar interessante sobre a natureza desta, isso fez com que se formasse uma filosofia associada à terapia floral, uma visão aprofundada do processo de saúde e doença e da Cura.
No livro cura-ti a ti mesmo Bach diz sobre a doença:
“...Em essência, a doença é o resultado do conflito entre a Alma e a Mente, ela jamais será erradicada exceto por meio de esforços Mentais e Espirituais...”
(BACH, CURA-TE A TI MESMO, P.16)

“a doença, posto que pareça tão cruel, é benéfica e existe para o nosso próprio bem; se interpretada de maneira correta, guiarnos-á em direção aos nossos defeitos principais. Se tratada com propriedade, será causa da supressão desses defeitos e fará de nós pessoas melhores e mais evoluídas do que éramos antes.”
(BACH, CURA-TE A TI MESMO, P.18)

Esta visão da doença como algo profundo, começando de padrões sutis/abstratos como a mente e as emoções, que vai em direção ao físico é a base de toda a terapia Floral, bem como toda a forma de terapia Holística, onde é considerado o ser como um Todo, onde todas as partes estão entrelaçadas e são inseparáveis.
Cada indivíduo tem uma maneira de ver o mundo, suas crenças, sua filosofia de vida, seu ideal de felicidade. Isso faz com que sua busca seja de determinada maneira, o individuo busca viver aquilo que ele acredita que é real e que é interessante pra si mesmo. Nessa busca e através dessa ótica individual as emoções se manifestam, dependendo do valor que se dá a cada situação, cada dificuldade interna ou externa, essas emoções se manifestam de maneira diferente.
Quando uma emoção se manifesta elas provocam sensações, e sensações se manifestam no corpo físico através de agentes químicos que nossas glândulas secretam, por isso associamos no corpo as emoções, um exemplo: “quando vejo determinada pessoa sinto frio na barriga”; “Isso me dá um nó na garganta”; “Sinto um peso enorme nos ombros com o meu trabalho”; “Fiquei tão alegre que parecia que meu peito ia explodir de felicidade”.
Essas frases são só alguns exemplos dessa atribuição, esse vínculo, que fazemos inconscientemente e instintivamente, das emoções com o corpo físico. E por conta dessa manifestação química as emoções alteram o funcionamento do corpo, pra melhor ou pra pior dependendo muito de como se manifestam, assim, com um funcionamento prejudicado em determinada área do corpo as doenças físicas começam a aparecer.
Nossa mente é inseparável do corpo, como disse antes, estão entrelaçadas e são interdependentes, nossa mente atribui simbolicamente determinados valores e significados, até de maneira inconsciente, a certas partes do corpo, por conta disso existe uma linha de estudos da Psicologia chamada Psicossomática, onde estuda-se a relação da doença com a Psique, as Emoções e o Comportamento.

O Processo de Cura
Com o conceito de doença definido como algo que em essência começa com a nossa visão das coisas, vai pro valor que atribuímos a elas, depois pras emoções, depois pro corpo físico, podemos tratar do conceito de Cura.
A Cura é algo que em essência é abstrato, se pensarmos como o Dr. Bach, curar é seguir o chamado da doença até a sua raiz, mudando a atitude mental, a forma de ver determinada coisa, cortamos a reação em cadeia desde o inicio. Concertar o físico é só uma medida emergencial, se não concertarmos o que veio antes dele o problema sempre volta, na forma da mesma doença ou mesmo de outras.
Tomar consciência dessa relação é o primeiro passo, depois disso começamos a nos observar e perceber nossas ações, nosso corpo. Tomar consciência faz com que o julgamento também mude.
O grande problema do Ser Humano é fazer as coisas de maneira automática, é ficar fora do presente, usar de padrões antigos de experiências anteriores como referencia pra algo que julgamos parecido. Nada é igual, cada momento é diferente em absoluto, pois tudo está em constante mutação, ficar preso ao passado faz com que enxerguemos o passado no nosso presente, um exemplo: “os homens não prestam, nunca mais vou ter um relacionamento, meu antigo namorado me mostrou muito bem isso”; “Sinto raiva toda a vez que vejo um cobrado de ônibus, são todos mal educados...”
Uma frase de Santo Agostinho em Confissões ilustra bem a relação errada que temos com o tempo:
 “Se o passado é o que eu, do presente, recordo e o futuro é o que eu, do presente, espero, então não seria mais correto dizer que o tempo é apenas o presente? Mas quanto dura um presente? Quando acabo de colocar o ‘r’ no verbo ‘colocar’, este ‘r’ é ainda presente ou já é passado? A Palavra que estou pensando em escrever a seguir é presente ou é futuro? O que é o tempo afinal? E a Eternidade?”

Nossa relação com o tempo é ilusória, passado e futuro são só imaginação, só o presente é real, é consciência, é eterno. Ele é.
A questão do tempo nos ensina que se aprendermos a vivenciar as experiências como coisas novas, únicas, libertando dos padrões velhos, seremos muito mais saldáveis. A doença em raiz necessita do tempo, do linear, pra continuar existindo, se o tempo se vai, a causa, que está posta no passado ou em uma projeção do futuro, também se vai.
A questão é que precisamos da referencia do tempo muito menos do que imaginamos, por isso quando estiver fazendo algo, faça só aquilo, esteja presente, lide com o absolutamente novo, sem expectativas e seu potencial será muito maior.

Como Funcionam as Essências Florais
As essências florais funcionam de maneira sutil, de forma semelhante à homeopatia. As flores possuem, como tudo, uma parte sutil, uma energia e uma informação atribuída à essa energia. A informação é algo fundamental em tudo que existe:
“...por não possuir energia intrínseca, não ocupa espaço, não tem inércia, não esta sujeita às leis restritivas da matéria não pode ser destruída e nem ao menos faz sentido dizer que foi criada. Não obstante, ninguém em sã consciência diria que ela não existe. Ela pode ser chamada de Informação...”
(ROCHA FILHO,2004, p. 124)

 Esta informação que cada flor contém é passada para a água, e da mesma forma que na homeopatia, é assimilada pelo nosso corpo sutil.
Cada flor possui uma informação diferente, um movimento que se traduz através das cores, formas, comportamento da planta, habitat etc. Estas diferentes assinaturas tratam de diferentes problemas do Ser Humano, cada um com uma raiz diferente.
O Dr. Bach identificou e assimilou, através de observações e vivencia, cada uma das suas 38 essências, definindo assim para que serve cada uma delas, criando inclusive uma fórmula composta por várias flores chamada Rescue Remedy.
Os florais ressoam, vibram, se identificam com padrões internos, reforçando esses padrões e tornando eles mais aparentes pra consciência. Isto faz com que o movimento de conscientização e de cura fique mais fácil. Porém a chave é a própria pessoa, nada nem ninguém cura ninguém, somente a própria consciência escolhe mudar e pensar de forma diferente, por isso os florais tem o papel de ajudar a enxergar e a entender os padrões sutis daqueles que já escolheram olhar pra si e que estão dispostos a se tornarem pessoas melhores.

Caio Fábio Schlechta Portella - Naturólogo

21 de mar. de 2010

Professor Luc Montaigner (descobridor do HIV) sai em desfesa da homeopatia

15/03/2010 A homeopatia: fantasia ou ciência? Josep Garriga - El Pais


A cebola (Allium cepa) é um dos ingredientes básicos para um bom refogado. Mas também pode curar um resfriado comum. A tinta da sépia (Sepia officinalis) é imprescindível para fazer um delicioso arroz negro, mas também é recomendada para transtornos hormonais, da menopausa e menstruação. O enxofre (sulphur) não serve só para matar os fungos das videiras, mas também para curar doenças da pele. E por aí vai. Nada menos que três mil substâncias de origem vegetal, animal e mineral são utilizadas pela homeopatia para curar patologias, sejam elas leves, graves ou crônicas.

Mas há cientistas e médicos para os quais a homeopatia – como terapia ou terapêutica natural – parece uma farsa. O Parlamento britânico, por exemplo, determinou em fevereiro que seu único efeito curativo era como placebo. Mas, fora isso, ninguém demonstrou como essas bolinhas açucaradas interagem no organismo e chegam a influenciar o curso de uma doença. Se é que influenciam ou interagem, porque a homeopatia desperta paixões e fobias, e suscita opiniões extremas. Ou é defendida radicalmente (no Reino Unido e na França ela faz parte do sistema de saúde pública) ou é caluniada. Não há meio termo. No máximo, pode-se encontrar algum médico que seja cético de forma não usual.

A medicina homeopática se baseia no princípio da semelhança, ou seja, uma mesma substância responsável por determinados sintomas também pode aliviá-los ou neutralizá-los, sempre e quando for administrada de forma correta (o semelhante cura o semelhante). Por exemplo, a cebola provoca lágrimas e irritação na garganta, mas abrevia um resfriado comum. A cafeína produz insônia ou taquicardias, mas também pode induzir a um ritmo cardíaco normal. Esta reação acontece porque a substância está presente nos medicamentos em doses infinitesimais, que são obtidas mediante processos de potencialização ou dinamização (várias sacudidas da diluição). Mas a origem da polêmica sobre a sua eficácia está no fato de a diluição ser tão pronunciada que às vezes não resta uma só molécula do princípio ativo original.

Entretanto, Luc Montagnier, que ganhou o prêmio Nobel de Medicina em 2998 por ter descoberto o vírus da imunodeficiência humana (HIV), não compartilha dessa opinião: “Observou-se que certas diluições em água nas quais não resta nenhuma matéria ainda assim registram vibrações. Esta diluição pode reconstruir a informação genética da matéria. É uma informação instrutiva da qual a homeopatia não pode esquecer, embora muitos críticos digam que não há nada. Mas há alguma coisa. Nós demonstramos a água tem estruturas que são induzidas por vibrações eletromagnéticas.”

Por causa dessa descoberta, os médicos homeopatas sustentam que a reação que acontece no organismo não é química, como acontece com os medicamentos alopáticos, mas sim de caráter físico, mas continuam sem esclarecer como ela atua. “Os estudos científicos que foram apresentados e que demonstram que a homeopatia tem um efeito superior ao do placebo evidenciam que é isso que acontece, que nosso organismo reage ao medicamento. Nós demonstramos que o princípio da semelhança existe e funciona”, rebate Assumpta Mestre, que dirige a seção de homeopatia do Colégio de Médicos da Catalunha.

Mas Montagnier acrescenta: “Física ou química? É mais complicado. Mas é verdade que é possível explicar o efeito dos medicamentos depois da diluição pelo fato de que a estrutura da água pode continuar representando a molécula. A água pode conservar a forma e a informação do princípio ativo da molécula”. Essa teoria explicaria a influência dessa substância primitiva sobre o organismo, ainda que não reste nenhuma só molécula da original.

“Os mecanismos de ação dos medicamentos homeopáticos são muito variáveis. O que conhecemos sobre a atuação da aspirina é muito diferente do que sabíamos há 30 anos. O importante é que a substância cure, como ela consegue isso é secundário”, acrescenta Antonio Marqués, também médico homeopata com consultório nas Ilhas Canárias.

(...)

Mas, convincente ou não, a homeopatia conta cada dia com maior número de adeptos, não só entre os pacientes, mas também entre os médicos. O número de pediatras que optam por esses tratamentos disparou nos últimos anos, sobretudo por conta da segurança dos medicamentos e da facilidade em administrá-los. E sim, tratam-se de medicamentos, e não de balinhas, segundo todas as normas europeias e a Agência Espanhola de Medicamentos. Como tal, são vendidos em farmácias. “Efetivamente, estamos falando de medicamentos com eficácia demonstrada por meio de estudos científicos e testes, da mesma forma que acontece com os medicamentos convencionais, os alopáticos”, comentam representantes da Agência Espanhola do Medicamento. Se não, não estariam no mercado.

Tradução: Eloise De Vylder

18 de mar. de 2010

Naturologia

O naturologo é um profissional novo que vem pra complemenar as ações em saúde, trabalhando em conjunto com outros profissionais, o naturólogo usa exclusivamente das terapias naturais,visando a autoregulaçao do corpo e tratamentos com o mínimo de efeitos colaterais possíveis.
O olhar da Naturologia se dá através de um enfoque integral, ou seja, que considere o individuo em seus diversos níveis bio-psico-social-energetico. O Naturologo usa de diversas ferramentas de intervenção e avaliação da constituição da pessoa através de técnicas derivadas da Medicina Tradicional Chinesa, da Ayurveda (medicina tradicional indiana), Iridologia (estudo e mapeamento da Iris), Florais, Massoterapia (técnicas de massagem), Hidroterapia (terapias com a água), Meditaçao e Fitoterapia (plantas medicinais), entre outras.
O objetivo da naturologia como terapêutica é trabalhar com promoção de saúde, qualidade de vida, proporcionando ao individuo tratado, alem dos tratamentos que auxiliam em uma gama enorme de desequilíbrios, o autoconhecimento e a mudança de hábitos que são bases fundamentais do processo de cura de qualquer pessoa.


Caio Fábio Schlechta Portella

Zumbido no Ouvido


O zumbido dos ouvidos, moléstia que afeta uma parcela considerável da população adulta e, em menor escala, a infantil pode ser definido como um som percebido pelo indivíduo sem uma fonte externa ou vibração no mundo exterior que o produza e inaudível para outras pessoas. O zumbido, também denominado tinitus ou tinido, é um fenômeno psicossensorial experimentado pelo córtex cerebral auditivo. Muitos pacientes no início do quadro procuram, com curiosidade ou preocupação, a origem do ruído em seu redor habitual, mas ao fim de alguns dias ou semanas acabam se dando conta que o ruído está em sua cabeça ou em seus ouvidos.
Há muito tempo se sabe que o zumbido não constitui por si mesmo uma doença, sendo sim um sintoma que pode decorrer de diversas causas, embora possamos afirmar que sempre indica uma disfunção do sistema auditivo. A sensação pode ser referida pelo paciente de diferentes formas: um chiado, barulho de chuveiro, de cachoeira, de concha, de cigarra, do escape de uma panela de pressão, uma campainha, esvoaçar de um inseto, pulsação do coração, etc. Pode ainda ser de caráter contínuo, ou ser intermitente e mono ou politonal, entre outras características.
O zumbido é uma das três grandes manifestações do sistema auditivo ao lado das vertigens (tonturas) e das perdas auditivas. Alguns estudos afirmam que até um terço da população urbana adulta tem ou teve percepção de zumbido. Outros estudos dizem que em torno de 17% da população mundial apresenta esta sensação e outros estudos ainda dizem que cerca de 10% da população adulta apresenta zumbido de início espontâneo e prolongado. Os fatores que podem levar um indivíduo a ter zumbido vão desde idade, fatores sócio-econômicos e exposição a ruídos elevados relacionados a algumas atividades profissionais até distúrbios metabólicos (colesterol, triglicérides, glicemia, alterações de tireóide), hábitos alimentares (excesso de ingestão de café, doces) e de vida (tabagismo). Mas o zumbido parece estar mesmo relacionado com o grau de perda auditiva que uma pessoa eventualmente apresente, sendo muitas vezes o primeiro sinal de uma perda auditiva ainda imperceptível para o paciente. Não se pode afirmar que a perda auditiva é a causa do zumbido ou vice-versa, mas seguramente podemos dizer que os fatores de risco para estes dois problemas são muito semelhantes e precisam ser corrigidos.
Para não se causar alarde é importante dizer que a imensa maioria dos casos de zumbido não causa limitação importante na qualidade de vida de seus portadores. Os números variam mas cerca de 1 a 20 % dos pacientes apresentarão um quadro mais severo. No entanto, vale lembrar que na maioria das vezes o zumbido, embora seja uma desordem do sistema auditivo, pode ser um sinal de alguma outra desordem sistêmica não aparente.
O sistema auditivo se inicia nas células receptoras no ouvido e termina no córtex cerebral, sendo assim esta via apresenta importantes conexões com o sistema nervoso central, sobretudo com o circuito relacionado as emoções. Este fato explica porque algumas pessoas experimentam uma piora no padrão de seu zumbido de acordo com situações que possam sobrecarregar seu sistema emocional.
A abordagem do profissional médico em relação a este problema começa sempre com uma história clínica detalhada, ouvindo as queixas do paciente, geralmente aflitos com sua situação, esclarecendo-lhe todas as suas dúvidas e, sobretudo, explicar a natureza benigna desta doença. A história clínica se presta também a identificação de possíveis fatores de risco que possam estar levando ao quadro. Após a história clínica realiza-se o exame do paciente e solicitam-se exames complementares gerais ou específicos de acordo com as alterações encontradas.
Da mesma forma o tratamento também é conduzido de acordo com as alterações detectadas, além do uso de medicamentos e orientações quanto a alguns hábitos de vida. É importante ter em mente que o tratamento visa o conforto e a melhoria da qualidade de vida desses pacientes através, sobretudo de informações simples e pequenas alterações em seus hábitos. Para isso consulte um profissional médico otorrinolaringologista de sua preferência e obtenha mais informações